
Pavão Azul
O Pavão Azul serve chopp frio e pastéis fritos na Rua Hilário de Gouveia desde a década de 1950 e tem um status quase mítico entre os frequentadores de Copacabana. O balcão original é um espaço estreito com balcão de mármore, duas torneiras de cerveja e uma cozinha que produz alguns dos melhores bolinhos de bacalhau fritos e pastéis de camarão do bairro. O local funcionou tão bem que os proprietários expandiram para lojas vizinhas no mesmo quarteirão, então o que parece ser um bar agora é uma operação de três ou quatro unidades que lida com o excesso do original. Multidões ficam na calçada com copos plásticos de chopp nas mãos, espalhando-se pela rua por volta das 19h nos dias de semana. A clientela é formada por aposentados de Copacabana, trabalhadores de hotelaria fora de serviço, turistas brasileiros visitantes e uma parcela crescente de estrangeiros que já ouviram falar do bolinho de bacalhau. O serviço é rápido, os preços permanecem mais baixos do que qualquer bar turístico mais próximo da praia, e a qualidade da comida justifica a reputação do bar. É uma experiência pura de boteco, sem floreios ou pretensões de design.
Hospedagem perto de Pavão Azul
Hotéis próximos a Copacabana, Rio de Janeiro.
O que esperar
Balcão lotado de cariocas bebendo chopp gelado e comendo salgadinhos fritos. A multidão se espalha pela calçada, a cozinha funciona a toda velocidade e o balcão de mármore fica molhado de espuma de cerveja. Sem frescuras, sem música, apenas um bom funcionamento de boteco no auge.
Boteco carioca puro e old school. Barulhento, molhado, apenas em pé às 19:00.
Sem música ao vivo. O ruído de fundo é a própria multidão; partidas ocasionais de futebol em uma pequena TV acima do bar.
Muito casual. Chinelos, shorts, saídas de praia; isso é Copacabana, não um código de vestimenta.
Cervejas antes do jantar, um pit stop de bolinho de bacalhau, viajantes em busca da autêntica cultura do boteco carioca antes de seguir para a Lapa ou Leblon
Cartões aceitos but slow during rush, PIX fast, dinheiro BRL preferido by staff
Faixa de preços
Chopp R$ 12, bolinho de bacalhau R$ 22 para seis, pastel de camarão R$ 16, caipirinha R$ 20
Chopp ~$2,40/~€2,20, bolinho ~$4,40/~€4, pastel ~$3,20/~€3, caipirinha ~$4/~€3,70
Horário
Seg-Sáb 11:00-01:00, Dom 11:00-22:00
Dica de quem conhece
Peça o bolinho de bacalhau; é a especialidade da casa e só vale a viagem. O balcão original tem o melhor ambiente, mas o anexo ao lado tem mesas de verdade se você quiser sentar. Dinheiro ou PIX movimentam mais rápido que cartão na correria do happy hour.
Avaliação completa
O Pavão Azul parece um buraco na parede da calçada, e é exatamente esse o ponto. O balcão original na Rua Hilário de Gouveia é uma operação estreita de mármore e azulejos com duas torneiras de cerveja, uma fritadeira atrás do balcão e espaço suficiente para talvez vinte pessoas em pé, pressionadas ombro a ombro. A calçada em frente absorve o transbordamento, que às 18h30 da noite de quinta-feira se estende por quinze metros em ambos os sentidos. As unidades de expansão ao lado e do outro lado da rua oferecem opções de mesa, embora os frequentadores jurem que o chopp fica melhor no balcão original.
O bolinho de bacalhau é a atração principal do cardápio. Frito, dourado, moldado em rodelas do tamanho de uma bola de tênis e servido seis por pedido com uma rodela de limão. O interior é cremoso de bacalhau e batata, temperado com o próprio bacalhau salgado, em vez da imitação branda que assola as versões menores do boteco carioca. O pastel de camarão vem em segundo lugar, e o pastel de queijo é um substituto confiável para quem não come frutos do mar. Nada no cardápio custa mais do que R$ 25 por prato, e o chopp fica por R$ 12 a noite toda, em vez de subir nos horários de pico.
O serviço se move rapidamente por necessidade. Garçons de camisa pólo circulam entre o balcão e a cozinha com bandejas acima da cabeça. As ordens são gritadas em vez de escritas. As guias são marcadas com giz em um pedaço de papel deixado na barra. Transações em dinheiro e PIX são compensadas em segundos; pagamentos com cartão atrasam a fila durante o horário de pico das 18h às 20h, que é quando o bar faz a maior parte de seus negócios.
Comparado aos quiosques à beira-mar da Avenida Atlântica, o Pavão Azul é uma categoria diferente. As quiosques cobram de R$ 20 a 30 pelo mesmo chopp e servem comida de boteco congelada. O Pavão Azul é um boteco de bairro funcional, a duas quadras do interior, onde os preços são honestos e a cozinha frita na hora. É o que fingem ser os bares da praia de Copacabana.
A segurança em torno do Pavão Azul é tão boa quanto Copacabana. O quarteirão fica a duas ruas da praia, o trânsito de pedestres permanece constante até tarde e nada no local atrai batedores de carteira como a Avenida Atlântica. Mantenha o telefone fora do bolso de trás e você ficará bem. Caminhar de seis a dez quarteirões de volta ao hotel à meia-noite é padrão aqui; compartilhe carona em qualquer lugar mais longe.
O bairro
O Pavão Azul fica a duas quadras da praia de Copacabana, na Rua Hilário de Gouveia, entre a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e a Rua Barata Ribeiro. Os quarteirões do entorno abrigam padarias, farmácias e botecos menores que ficam abertos até tarde. A estação de metrô Cardeal Arcoverde fica a cinco minutos a pé, tornando o bar uma parada fácil no caminho para Ipanema ou Lapa.
Como chegar
Metro Linha 1 até Cardeal Arcoverde, saída Barata Ribeiro, depois dois minutos a pé até à Rua Hilário de Gouveia. Da Avenida Atlântica são três quarteirões a pé para o interior. Ubers de Ipanema ou Leblon custam entre R$ 15 e R$ 25, dependendo do trânsito; da Lapa, R$ 25-40.
Endereço
Rua Hilário de Gouveia, 71
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Fosfobox
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Boteco Belmonte
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Long-running Copacabana nightclub operating since the 1990s, known for themed party nights, drag shows, and a mixed crowd that keeps the dance floor packed until sunrise on weekends.

Beco das Garrafas
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